Governo do Distrito Federal
Governo do Distrito Federal
25/11/19 às 23h11 - Atualizado em 25/11/19 às 23h11

Futura gestora do Centro Esportivo de Brasília detalha projetos

COMPARTILHAR

O presidente da Junta Comercial, Industrial e Serviços do Distrito Federal (Jucis-DF), Walid Sariedine, diretores da Federação das Indústrias do Distrito Federal (Fibra) e presidentes de sindicatos filiados à entidade tiveram a oportunidade de conhecer os planos da empresa que administrará o Centro Esportivo de Brasília pelos próximos 35 anos. O complexo compreende o Estádio Nacional de Brasília Mané Garrincha, o ginásio Nilson Nelson, o Parque Aquático Cláudio Coutinho e a área ao redor das praças desportivas.

 

Na tarde desta segunda-feira (25), o presidente da Arena BSB, Richard Dubois, esteve na sede da federação e falou sobre como a indústria local poderá contribuir com o projeto de modernizar a área e desenvolvê-la economicamente. Ele destacou que serão criados 4 mil empregos diretos. “O setor produtivo de Brasília é capaz de ofertar serviços de qualidade e eficientes, por isso vamos fomentá-lo e dar preferência para os empreendimentos locais.”

 

Projeto prevê a criação de um boulevard

Além de tornar os equipamentos públicos sustentáveis, o projeto prevê a criação de um boulevard entre o estádio e o autódromo. Será uma área de lazer e de entretenimento, com cinema, teatro, restaurantes, lojas e salas comerciais.

 

A Arena BSB promoveu um concurso para escolher o projeto arquitetônico da área. Três finalistas concorrem para definir como será a disposição e a construção dos espaços. O resultado será divulgado em dezembro e a previsão é que as obras comecem no primeiro semestre do ano que vem. “O objetivo é proporcionar bem-estar social e gerar renda para a cidade, por meio de espaços que sejam referência na área esportiva, cultural e de lazer”, afirmou Dubois.

 

Vencedores do processo de licitação

As empresas Dubois & Co e Johan Cruijff Arena ganharam neste ano o processo de licitação para administrar o complexo, no centro de Brasília. A assinatura do contrato de concessão foi em julho. Até janeiro de 2020, a gestão é da Agência de Desenvolvimento do DF (Terracap), com o apoio da Arena BSB. Os custos e a arrecadação dos eventos são do órgão até lá.

 

Depois desse período, a concessionária deverá arcar com a manutenção dos locais e repassar à Terracap 5% do faturamento líquido como contrapartida.

 

O presidente da Fibra, Jamal Jorge Bittar, elogiou a concessão do complexo à iniciativa privada. “O Estado tem de cuidar da saúde, da educação e da segurança. As outras atividades podem ficar concentradas no setor privado, que tem capacidade e interesse em impulsionar a economia da cidade”, ressaltou. “A ação desperta o potencial do DF para outros segmentos e, assim, amplia o escopo de negócios.”

 

 

* Fonte: Assessoria de Comunicação do Sistema Fibra/ Foto: Bruno Frauzino/Sistema Fibra